Os 10 melhores e mais engraçados tombos de bike.
Quedas muito engraçadas de ciclistas.
Tombos engraçados de bike e bicicleta, você vai rir muito com este vídeo legal.
terça-feira, 17 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Compare a bicicleta comum e a ergométrica
1. Mobilidade
Neste quesito o modelo tradicional é muito mais atrativo. Você consegue combinar exercício físico e transporte, aumentando o ritmo das pedaladas mais rapidamente. "Comprei a bicicleta pensando na prática esportiva, mas atualmente uso também para ir a lugares próximos, como padaria, mercado ou visitar meus amigos", afirma Eric Rinardo, 28, ciclista há mais de 10 anos.
2. Tombos e trombadas
O medo dos tombos afasta muitos adultos que não venceram as lições de equilíbrio na infância. Se você pertence a esta turma, encontra uma alternativa na ergométrica. "Para muitos alunos, a ergométrica representa uma espécie de superação, já que não há dificuldades quanto ao equilíbrio", afirma o fisiologista Paulo Correia, da Unifesp. "A base das ergométricas é grande e resistente. Os modelos são projetados para suportar grande peso e esforço, é preciso muita força para derrubar uma".
3. Lesões
O risco de lesões está presente nos dois aparelhos. Em ambos, um bom alongamento antes do treino pode prevenir o problema. E, no caso da ergométrica, o controle criterioso do peso é fundamental: nunca pedale sem carga, evitando lesionar os joelhos ou agravar lesões já existentes nas articulações do tornozelo e da coluna. E, para escolher a carga ideal, peça orientação de um educador físico. "O estímulo precisa ser desafiante para que o aluno fique entusiasmado sem risco de romper ligamentos", afirma Valéria. Pouca gente sabe, mas a bike de academia foi preparada para pessoas que não podem caminhar ou que apresentam restrições para isso. "Usamos o aparelho com pacientes que operaram os joelhos e não podem sofrer os impactos da caminhada, por exemplo. O banco mais largo proporciona maior conforto genital, principalmente para os homens e se mais alto, força menos as articulações", explica Paulo.
O medo dos tombos afasta muitos adultos que não venceram as lições de equilíbrio na infância. Se você pertence a esta turma, encontra uma alternativa na ergométrica. "Para muitos alunos, a ergométrica representa uma espécie de superação, já que não há dificuldades quanto ao equilíbrio", afirma o fisiologista Paulo Correia, da Unifesp. "A base das ergométricas é grande e resistente. Os modelos são projetados para suportar grande peso e esforço, é preciso muita força para derrubar uma".
3. Lesões
O risco de lesões está presente nos dois aparelhos. Em ambos, um bom alongamento antes do treino pode prevenir o problema. E, no caso da ergométrica, o controle criterioso do peso é fundamental: nunca pedale sem carga, evitando lesionar os joelhos ou agravar lesões já existentes nas articulações do tornozelo e da coluna. E, para escolher a carga ideal, peça orientação de um educador físico. "O estímulo precisa ser desafiante para que o aluno fique entusiasmado sem risco de romper ligamentos", afirma Valéria. Pouca gente sabe, mas a bike de academia foi preparada para pessoas que não podem caminhar ou que apresentam restrições para isso. "Usamos o aparelho com pacientes que operaram os joelhos e não podem sofrer os impactos da caminhada, por exemplo. O banco mais largo proporciona maior conforto genital, principalmente para os homens e se mais alto, força menos as articulações", explica Paulo.
4. Rotina
A possibilidade de encontrar pessoas diferentes e de variar as paisagens funciona como estímulo para quem busca um exercício físico. Principalmente se você passa o dia inteiro fechado em um escritório, a bicicleta oferece um atrativo difícil de resistir. E, além de oferecer o sentimento de liberdade, o vento facilita a inspiração do ar. "O ciclismo é o esporte que tem o maior consumo de oxigênio. Um vento de aproximadamente 50 km/h no rosto economiza a musculatura respiratória em até 25% de seu gasto energético", explica Paulo Correia. As pedaladas outdoor também melhoram a síntese de vitamina D (relacionada à absorção de cálcio pelos ossos), reação favorecida sob os raios solares. Por outro lado, com uma ergométrica, você pode praticar seus exercícios sem sofrer com as mudanças do clima.
5. Novas amizades
Durante as pedaladas indoor, é comum fazer amigos. "Geralmente uso a bicicleta para me aquecer antes de fazer musculação. Enquanto isso, posso conversar e conhecer pessoas novas", afirma o ciclista Paulo Henrique Granjeiro, 24 anos. Mas os grupos de ciclismo também incentivam quem anda em busca de uma turma adepta dos exercícios: há dia e hora certa para as partidas e alguns roteiros incluem até passeios por cidades do interior, favorecendo os laços de amizade.
A possibilidade de encontrar pessoas diferentes e de variar as paisagens funciona como estímulo para quem busca um exercício físico. Principalmente se você passa o dia inteiro fechado em um escritório, a bicicleta oferece um atrativo difícil de resistir. E, além de oferecer o sentimento de liberdade, o vento facilita a inspiração do ar. "O ciclismo é o esporte que tem o maior consumo de oxigênio. Um vento de aproximadamente 50 km/h no rosto economiza a musculatura respiratória em até 25% de seu gasto energético", explica Paulo Correia. As pedaladas outdoor também melhoram a síntese de vitamina D (relacionada à absorção de cálcio pelos ossos), reação favorecida sob os raios solares. Por outro lado, com uma ergométrica, você pode praticar seus exercícios sem sofrer com as mudanças do clima.
5. Novas amizades
Durante as pedaladas indoor, é comum fazer amigos. "Geralmente uso a bicicleta para me aquecer antes de fazer musculação. Enquanto isso, posso conversar e conhecer pessoas novas", afirma o ciclista Paulo Henrique Granjeiro, 24 anos. Mas os grupos de ciclismo também incentivam quem anda em busca de uma turma adepta dos exercícios: há dia e hora certa para as partidas e alguns roteiros incluem até passeios por cidades do interior, favorecendo os laços de amizade.
6. Conforto e dificuldades
Biomecanicamente é importante ressaltar que a resistência exercida pela bicicleta comum é resultado da combinação entre atrito, condições do terreno, influência do peso do equipamento e do praticante. "É preciso utilizar diversos grupos musculares ao mesmo tempo para acelerar ou pegar uma subida. Normalmente as pessoas ficam em pé sobre os pedais e fazem força nos braços e glúteos a fim de aumentar a força", afirma o fisiologista. Já, na ergométrica, a dificuldade é controlada na carga e de acordo com os seus objetivos - emagrecer ou ganhar músculos, por exemplo.
A bicicleta horizontal é uma opção indoor mais confortável do que a ergométrica comum. Seus pedais ficam à frente do corpo. Guidão e selim não existem - no lugar, há um banco com encosto ergonômico ladeado por alças para apoio das mãos. "Com as pernas mais distantes, o aparelho não agride a parte genital", explica Paulo Correia.
Biomecanicamente é importante ressaltar que a resistência exercida pela bicicleta comum é resultado da combinação entre atrito, condições do terreno, influência do peso do equipamento e do praticante. "É preciso utilizar diversos grupos musculares ao mesmo tempo para acelerar ou pegar uma subida. Normalmente as pessoas ficam em pé sobre os pedais e fazem força nos braços e glúteos a fim de aumentar a força", afirma o fisiologista. Já, na ergométrica, a dificuldade é controlada na carga e de acordo com os seus objetivos - emagrecer ou ganhar músculos, por exemplo.
A bicicleta horizontal é uma opção indoor mais confortável do que a ergométrica comum. Seus pedais ficam à frente do corpo. Guidão e selim não existem - no lugar, há um banco com encosto ergonômico ladeado por alças para apoio das mãos. "Com as pernas mais distantes, o aparelho não agride a parte genital", explica Paulo Correia.
7. Dores após o treino
A ergométrica tende a ser confortável, mas é preciso prestar atenção na posição dos pedais. "Se estiverem muito abaixo do selim, causam a projeção da pessoa para frente, ocasionando dores nas costas. Além disso, a compressão genital pode ser maior e o ciclista não suporta permanecer cinco minutos sentados", argumenta o fisiologista.
8. Gasto de energia
A diferença entre o gasto de energia na bicicleta de rua e na ergométrica pode ser de quase 50%. Para uma pessoa de 70 quilos que pedalar durante 30 minutos em uma montain bike, o gasto calórico será de aproximadamente 310 calorias. Por outro lado, se esta mesma pessoa pedalar, na academia, durante o mesmo período gastará cerca de 180 calorias. As conclusões aparecem no estudo Promovendo o Uso da Bicicleta Para uma Vida mais Saudável, da Universidade do Estado de Santa Catarina e não deixam dúvidas: para emagrecer, pedalar ao ar livre é uma das melhores opções disponíveis atualmente.
A ergométrica tende a ser confortável, mas é preciso prestar atenção na posição dos pedais. "Se estiverem muito abaixo do selim, causam a projeção da pessoa para frente, ocasionando dores nas costas. Além disso, a compressão genital pode ser maior e o ciclista não suporta permanecer cinco minutos sentados", argumenta o fisiologista.
8. Gasto de energia
A diferença entre o gasto de energia na bicicleta de rua e na ergométrica pode ser de quase 50%. Para uma pessoa de 70 quilos que pedalar durante 30 minutos em uma montain bike, o gasto calórico será de aproximadamente 310 calorias. Por outro lado, se esta mesma pessoa pedalar, na academia, durante o mesmo período gastará cerca de 180 calorias. As conclusões aparecem no estudo Promovendo o Uso da Bicicleta Para uma Vida mais Saudável, da Universidade do Estado de Santa Catarina e não deixam dúvidas: para emagrecer, pedalar ao ar livre é uma das melhores opções disponíveis atualmente.
Fonte: Minha Vida
sábado, 14 de abril de 2012
Com estrutura de ponta, Brasil lança primeira equipe de ciclismo de pista
O ciclismo brasileiro ganhou mais um motivo para acreditar em medalhas no Rio-2016. O Brasil oficializou, nesta quinta-feira, a primeira Equipe de Ciclismo de Pista da história do país. Os 15 atletas que integram o time se reuniram no velódromo do Rio para apresentarem os novos equipamentos. Com investimentos de R$ 3 milhões do Ministério do Esporte e da iniciativa privada, o objetivo da equipe é ir além das pistas e ajudar a garimpar novas promessas do esporte.
A estrutura impressiona. As bicicletas, de tecnologia que não existia no Brasil, podem alcançar 70km/h e possuem rodas feitas em fibra de carbono, além de um potenciômetro que calcula a força das pedaladas. Cada uma custou R$ 20 mil. Só o jogo com duas rodas sai por R$ 6 mil, enquanto o capacete, desenvolvido para uma melhor aerodinâmica, fica em R$ 800. Estima-se que os gastos com equipamentos chegaram a R$ 1 milhão.
Até os integrantes da equipe ficaram deslumbrados. Ao lado da coordenadora técnica Dani Genovesi, idealizadora do projeto, e dos técnicos Alvaro e Antônio Ferreira, muitos ainda comentavam sobre os benefícios dos novos equipamentos. Simon Jones, que vai orientar a equipe, deu seu pitaco: por videoconferência, o inglês disse que está disposto a passar toda sua experiência para os brasileiros.
Até os integrantes da equipe ficaram deslumbrados. Ao lado da coordenadora técnica Dani Genovesi, idealizadora do projeto, e dos técnicos Alvaro e Antônio Ferreira, muitos ainda comentavam sobre os benefícios dos novos equipamentos. Simon Jones, que vai orientar a equipe, deu seu pitaco: por videoconferência, o inglês disse que está disposto a passar toda sua experiência para os brasileiros.
ciclismo (Foto: Rodrigo Cunha/Globoesporte.com)
A maioria dos atletas já praticava ciclismo de pista, mas nunca teve a oportunidade de treinar em um local adequado. E o esforço começou a dar resultados. Um mês após o início das atividades, os integrantes do novo time conquistaram 10 medalhas no Campeonato Brasileiro, em Maringá (PR). Um dos mais experientes do grupo, Davi Romeo considera a estrutura de trabalho digna de sonhos.
- Nunca vi um equipamento tão moderno como esse. É o primeiro ano que eu estou usando. Não tem nem o que falar do material, é o equipamento que eu sempre sonhei. Agora é só ter mais força de vontade e adquirir os resultados – diz o atleta, que faturou o bronze no Pan Americano da categoria, em 2012.
Tudo começou a partir de uma ideia da atleta de ciclismo Dani Genovesi. Em 2009, ela visitou o velódromo do Rio e saiu com a impressão que um espaço com tanta estrutura poderia ser melhor aproveitado.
Tudo começou a partir de uma ideia da atleta de ciclismo Dani Genovesi. Em 2009, ela visitou o velódromo do Rio e saiu com a impressão que um espaço com tanta estrutura poderia ser melhor aproveitado.
- Fiz uma visita ao velódromo, vi a estrutura e pensei que a gente não tinha uma equipe de ciclismo de pista ou um trabalho como o que a Inglaterra fez. Faltava investimento. Essa foi minha luta desde 2009 – conta.
Ela então recorreu ao Ministério do Esporte que, ao lado da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecierj), de organizações sociais e empresas privadas, ajudou a disponibilizar um aporte inicial de R$ 3 milhões ao longo de 2012. Os ciclistas, escolhidos em parceria com treinadores de todo o Brasil, vão receber apartamentos equipados, plano de saúde, bolsa atleta e equipamentos de alta tecnologia.
- A expectativa é grande. Não só para Londres ou para o Rio-2016, onde serão disputadas 30 medalhas da modalidade, mas também para um trabalho a longo prazo, que possa consolidar o esporte entre os mais novos - disse Dani.
- A expectativa é grande. Não só para Londres ou para o Rio-2016, onde serão disputadas 30 medalhas da modalidade, mas também para um trabalho a longo prazo, que possa consolidar o esporte entre os mais novos - disse Dani.
As idades dos atletas da equipe variam. O mais novo tem 15 anos, mas o projeto pretende ir além e criar uma escolinha para crianças. O objetivo é visitar escolas para descobrir novas promessas do esporte, e oferecer toda a estrutura necessária para formar, a longo prazo, campeões olímpicos. Para Davi, a renovação é importante:
- A concorrência tem que ter, se você não tiver, não evolui. Meu pai, que é meu treinador hoje, sempre me falou isso. A concorrência faz com que você adquira mais personalidade, força e vontade de querer ser melhor. E eu vou ajudá-los a serem minha concorrência, ensinando tudo que eu sei.
Fonte: GE
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Paris Roubaix 2012
Uma fantástica corrida, puchando um pouco para o MTB
"Paris-Roubaix é uma das mais antigas corridas do calendário profissional de ciclismo de estrada. Pela primeira vez em 1896, foi interrompido apenas pelas duas guerras mundiais. A corrida costuma deixar os pilotos endurecido na lama e na areia, das estradas pavimentadas e trilhas esburacadas da região norte da França de mineração de carvão anterior. No entanto, isto não é como esta corrida ganhou o apelido de l'enfer du Nord, ou Inferno do Norte.O termo foi usado para descrever o percurso da corrida logo após a Primeira Guerra Mundial I. Os organizadores dar níveis de dificuldade para as seções de paralelepípedos, avaliados pelo seu comprimento, a irregularidade dos paralelepípedos ea condição de cada seção e sua posição na corrida. O curso passou por ruínas, crateras e destruição. Todo ano parece trazer uma nova polêmica e maior glória para o vencedor. Esta é verdadeiramente uma corrida de paralelepípedos clássico que não deve ser desperdiçada."
"Paris-Roubaix é uma das mais antigas corridas do calendário profissional de ciclismo de estrada. Pela primeira vez em 1896, foi interrompido apenas pelas duas guerras mundiais. A corrida costuma deixar os pilotos endurecido na lama e na areia, das estradas pavimentadas e trilhas esburacadas da região norte da França de mineração de carvão anterior. No entanto, isto não é como esta corrida ganhou o apelido de l'enfer du Nord, ou Inferno do Norte.O termo foi usado para descrever o percurso da corrida logo após a Primeira Guerra Mundial I. Os organizadores dar níveis de dificuldade para as seções de paralelepípedos, avaliados pelo seu comprimento, a irregularidade dos paralelepípedos ea condição de cada seção e sua posição na corrida. O curso passou por ruínas, crateras e destruição. Todo ano parece trazer uma nova polêmica e maior glória para o vencedor. Esta é verdadeiramente uma corrida de paralelepípedos clássico que não deve ser desperdiçada."
Descida da Graciosa - Vídeo
Confira este magnifico trecho em dois filmes..... um no seco, com ultrapassagens e tudo mais, e outro na chuva, liso igual um quiabo, hehehe, quem já desceu sabe que naquela pedra irregular, o negocio é louco mesmo,,,,,,
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