quinta-feira, 5 de maio de 2011

McLaren projeta bicicleta com tecnologia de F1

A McLaren e a fabricante de bicicletas Specialized anunciaram o modelo Venge, considerada a bike mais veloz do mundo.



A nova bike possui aerodinâmica que utiliza engenharia de Fórmula 1 e deixa a bicicleta 8% mais rápida, por ter menor atrito com o ar.

A bicicleta, desenvolvida para corridas, é 15% mais leve que as bikes desse tipo de modalidade (o padrão é 1KG).

A tecnologia da McLaren empregada na produção dessa bike são as lâminas de carbono cortadas por computador, permitindo uma maior precisão na sobreposição das folhas de carbono.

A carcaça da bicicleta pode ser adquirida por US$ 8 mil (cerca de R$ 12 mil) e por US$ 15 mil (cerca de R$ 23 mil) pela bike completa. Quem estiver disposto a bancar essa tecnologia, as encomendas devem ser feitas diretamente pelo site.

Veja a seguir a participação da McLaren no desenvolvimento dessa bike.



http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/economia/mclaren-projeta-bicicleta-com-tecnologia-de-f1-1.459549

terça-feira, 3 de maio de 2011

20.000 Acessos ** Obrigado **

Galerinha querida que gira por ai e em qualquer lugar, muito obrigado pelas visitas no blog, chegamos a 20 mil acessos desde que comecei com o Blog.

Batemos mais outro recorde no mes que passou, 3700 acessos no mês de Abril.

Muito obrigado por vocês e conto com o apoio de todos pra cada vez mais colocar mais posts aqui no blog, pois ele é um informativo para todos da nossa região, do Brasil, e da galera que mora fora também, assim como o pessoal de Portugal e da Espanha que acompanham o CascavelBikers,

Um grande abraço a todos,

Giovane

Amazonense pedala 23 mil km e dá a volta ao país em 347 dias

Valdeni Pinheiro saiu de casa, em Humaitá (AM), em 17 de maio de 2010. Ele quer entrar no livro dos recordes após terminar o trajeto.


O ciclista amazonense Valdeni Pinheiro Alves, 32 anos, completou 23 mil quilômetros de viagem e passou pelas 26 capitais do país e o Distrito Federal em 347 dias. Ele saiu de casa, em Humaitá (AM), em 17 de maio de 2010 e chegou ao último destino da viagem nesta sexta-feira (29), em Macapá.

Após o feito, ele contou que está "ilhado" na cidade, de onde não consegue voltar para casa, pois o caminho é impossível de ser feito de bicicleta. "Me prometeram uma passagem aérea de Macapá para Porto Velho, mas não recebi nada. A minha meta eu consegui completar, que era dar a volta pelas capitais do país em menos de um ano. Terminei o trajeto aqui [Macapá], mas agora quero chegar a minha casa antes do Dia das Mães, pois quero estar com minha mãe, que sempre me incentivou. De Porto Velho eu sigo de bicicleta para casa", disse Pinheiro.

Ele já tinha feito uma viagem semelhante em 2008, quando percorreu nove estados em cinco meses. "Depois de abraçar minha mãe, quero ver se consigo entrar no livro dos recordes. Por isso registrei toda a viagem em um caderno, como se fosse um diário de viagem, com carimbos de estabelecimentos comerciais, instituições e postos policiais por onde passava", afirmou o ciclista.

O aventureiro disse ainda que procurou registrar todos trechos com fotografias. "Eu colocava tudo no Orkut. Depois de tanta fotos, comecei a fazer algumas poses diferentes para deixá-las mais engraçadas."Para conseguir o feito, ele seguia a rotina de pedalar, no mínimo, 100 quilômetros por dia. "O máximo que pedalei em um dia foram 220 quilômetros, de Água Clara (MS) até Carneirinho (MG). Normalmente eu acordava às 6h e já começava a pedalar. Quando estava atrasado ou precisava adiantar a viagem, saía logo às 4h. Sempre tinha um horário para começar, mas nunca tinha hora para parar."

Depois que saiu de casa, Pinheiro seguiu para Porto Velho, depois pedalou para Rio Branco, voltando em seguida para Porto Velho, de onde saiu para Cuiabá, Goiânia, Palmas, Belém, São Luís, Teresina, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Maceió, Aracaju, Salvador, Vitória e Rio de Janeiro.
Em seguida, ele foi para São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, voltou para Florianópolis, Curitiba, passou por Campo Grande, Belo Horizonte, Distrito Federal e Goiânia. Pinheiro voltou a pedalar por Cuiabá, Porto Velho, Manaus, Boa Vista e Macapá.
"Agora, preciso de um avião ir até Porto Velho, de onde pedalo mais 210 quilômetros para ver minha mãe, em Humaitá. Estou com saudades dela. Não comprei presente, mas acho que ela vai gostar de me receber como presente para ela. Vou dar minha bicicleta, que usei por toda a viagem, para ela", disse Pinheiro.

Assalto
Em Porto Velho, Pinheiro passou pelo primeiro problema sério em sua trajetória. “Fui assaltado. Levaram meu capacete e meu diário de viagem. Fui assaltado de novo, em São Luís. Passei um período da viagem sem capacete. Eu pedia para as pessoas me ajudarem a arrumar um capacete, mas tive de andar dez capitais sem essa segurança.”
O ciclista lembrou do amigo que fez durante a viagem, quando passou pela Praia de Copacabana. “Foi um vendedor ambulante que me deu um capacete novo. Ele se chama Ligeirinho. Sou muito agradecido a ele por esse capacete.”

Dificuldades
Pinheiro afirmou que o pneu da bicicleta furou 45 vezes durante a viagem. "Foram seis jogos de catraca, coroa, rolamento e corrente. Troquei de selim uma vez, troquei um par de aro, quatro eixos, seis rolamentos de cubo e um calção. O meu rasgou no caminho. O capacete também é outro, desde o assalto."
No guidão, o ciclista levou fotografias de pessoas queridas, adesivos de estabelecimentos comerciais que o apoiaram, além de um reservatório de água. No bagageiro, apenas poucas peças de roupas e os cadernos de anotações.

http://www.extremos.com.br/noticias/110502-Ele-pedalou-23-mil-km-e-deu-a-volta-no-Brasil-em-347-dias/

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Ciclista de Foz do Iguaçu conquista o lugar mais alto no pódio do GP Ayrton Senna


Felipe Delai levou a melhor na categoria elite masculino


O ciclista Felipe Delai, da equipe DataRo/ Foz do Iguaçu, ficou com o primeiro lugar no pódio do GP Ayrton Senna de Ciclismo, realizado em Indaiatuba, ontem (1º) pela manhã. Apesar da chuva no finalzinho da corrida, a chegada teve um sprint disputado entre os dois primeiros colocados.

Renato Ruiz, da equipe da Padaria Real/Caloi/Céu Azul Alimentos/Sorocaba, saiu numa fuga com o primeiro colocado logo no inicio da prova, e terminou em segundo lugar.
A terceira colocação ficou com Roberto Pinheiro, de Pindamonhangaba.
O experiente Francisco Chamorro, de São José dos Campos, campeão no ano passado, desta vez chegou em quarto lugar e Jadson Araújo, também de Sorocaba, terminou na quinta posição.

Vários atletas das melhores equipes do país se enfrentaram durante duas horas dando voltas num circuito de 2,5 km montado no Parque Ecológico, em frente à Prefeitura de Indaiatuba.

http://fpciclismo.org.br/?p=9793

domingo, 1 de maio de 2011

30/04/11 - Seu Alfredo, São Salvador

Pedaaallllll, mesmo com a previsao de tempo eminente de chuva, nos reunimos em 10 para o pedal... e um grupo diferente.. o nosso pessoal de sempre, uns camboteiros, e uns speedeiros... e q pedal bom esse.

O pensamento inicial não era nem chegar perto da terra, por causa da chuva, mas daí, as ideias foram aparecendo, e decidimos tentar achar o local da prova em sao salvador...
Seguimos sentido o restaurante a chácara, e lá estava tendo uma festa, cheio de carros, sonzão a toda, e a galera só chegando. E ali já percebemos que o trecho estava bem umido. Nas primeiras descidas, muitas pedras, barro e sabão... seguimos todos meio juntos, rindo e nos divertindo de tudo e de todos. E já peguei no pé do duda, digo, da cabeca dele, falei assim, "vou tirar uma foto sua sem capacete, e outra depois do tombo, pra falar pro pessoal como é importate usar o capacete", mas mesmo assim ele continou bem doido no pedal, tudo bem que em algumas curvas, ele as fazia bem aberto...

Chegamos no seu Alfredo, duas cocas, umas pacocas, e um barrão na entrada.

Continuamos o pedal, pegamos a rodovia e seguimos para são salvador. Lá chegando, procuramos a casa do berilo (acho q é assim que escreve), pra tentar achar a trilha da corrida, com algumas informações, descobrimos onde ele morava, e partimos pra lá. Pra chegar lá, tinha uma descidona e uma escalada, no meio do barro, pedras, e grama. No meio de uma subida, fui pro chão novamente, a bike toda escorregando, tentei por o pe no chão, mas não soltou do pedal e eu fui, desmontei no chão, dai só empurrando aquele trecho, tanto eu qto o maninho. Chegamos lá em cima, e ninguem em casa... Houve guera de laranja, uns mortais, choque no peito, e outras coisas que nem dá pra acreditar, cada vez vejo que esse pedal que pedala, tem alguns parafusos a menos, ninguem é normal, talvez seja por isso que existe este e outros grupos de pedais por aí...

Como não tinha ninguem lá, decidimos voltar pelo paralelepipedo, mas na primeira subida, chega um cara mais louco ainda com uma caminhonete, era o berilo, dai ele voltou, guardou a pick-up e voltou de bike, pra descobrirmos a trilha, já eram umas 5h da tarde.

Tivemos que voltar até são salvador, onde iria comecar a trilha. Saimos da igreja, demos a volta ne cemitério, passamos no meio da plantação, no meio do mato, numa pequena parte de estradão, e em lugares que até agora não sabemos se fazia parte da corrida ou não. Em um descidao, consegui tirar a foto do Gean quase indo pro chão, se agarrando pra não pegar a nota de 50 que lá estava...

a preocupação nossa de chegar no escuro estava grande, mas falei que não precisavamos de lanterna, pois tinhamos visão "bizonica", conseguimos enchergar tudo na frente.

Voltamos para a rodovia, e voltamos pro trecho. Eu fiquei atras, com o maninho, dago e gean, e a galera na frente estava turbinada. Pelas informações, os dois speedeiros e o gustava chegaram juntos na 277, os demais chegaram logo após, e nós, depois de umas 2h chegamos, felizes, bonitos e limpos, heheheh. Pegamos a 277 e seguimos juntos, até q eu, louco como sempre numa descida, passei chutado pelo gustavo e dago... pra que né, no meio da subida, todos me passaram e fiquei pra tras. Na saida do posto, saiu um caminhão, o chiquinho conseguiu engatar atras dele, eu fiquei um pouco mais longe, mas consegui um vácuo legal, pra passar o gean e chegar no marlô. E o pedal foi assim,


Foram 58km, média de 17km/h, 3:20h de pedal. Vendo as informações, foi um pedal light, mas isso engana. Muita terra, barro, pedras, paralelepipedo e outras coisas mais... o pedal ficou pesado, mas muito bom

Um abraço a todos e até a proxima....